
Canoa havaiana: o pug Thor já testou e aprovou. Crédito: Acervo pessoal
O pug Thor é o segundo “filho de quatro patas” da psicóloga Danielle Reis, de 38 anos. Além dele, ela tem a Dalila (SRD) e a Mandy ( yorkshire), mas é o Thor que topa realizar todas as aventuras com sua “mãe”.
"É muito aventureiro, ama correr, andar de bicicleta e, agora, navegar pelos mares a bordo de uma canoa havaiana, é apaixonado pelo mar, por água de coco e um bom cafuné”.
E recentemente Thor entrou pela primeira vez em uma canoa havaiana, embora já tenha intimidade com o mar desde os cinco meses. Hoje, está com sete anos.
“Em 2024, uma amiga que faz canoa havaiana o convidou para um passeio. Pensei que ele ficaria com medo. Mas não, entrou na embarcação e foi tranquilo seguindo a correnteza. Fiquei na praia só observando, ele nem olhou para trás. Senti o coração apertado, pois era a primeira vez que meu ‘príncipe’ ficava tanto tempo longe de mim, em alto mar. Mas foi muito bom, senti depois que ele ficou mais independente, confiou em outras pessoas, interagiu, socializou, coisas que não faz muito pois é desconfiado, principalmente quando sente medo.”
A psicóloga conta que ele se sentiu super à vontade e foi no primeiro banco, o tempo todo em pé aproveitando a paisagem. “Desceu nas ilhas para nadar, amou o passeio e vai voltar mais vezes. Até sugerimos para o pessoal fazer uma canoa pet. Acho que seria um sucesso”.
Segundo ela, todas as vezes que Thor vai para o mar, e agora que começou a praticar canoa havaiana, o colete salva-vidas é item obrigatório. “É para garantir a sua segurança, já que eles possuem encaixe para guia e para prender em um colete humano".
Sempre carrego água e maçã, que ele adora, para não dar enjoo. E na volta, ele vem no colo para não queimar as patinhas na areia, toma banho no chuveiro para tirar o sal, ganha água de coco e come ração”
Embora ele seja um idosinho de sete anos e com cabelos brancos, continua aventureiro. “O chamo de ‘Thorboner’, uma referência a William Bonner (repórter e fuxiqueiro), já que está sempre atento às conversas. Se chamá-lo de cachorro, não responde, mas de príncipe ou Thor, vem na hora. Com ele não tem tempo ruim, dorme em qualquer lugar, adora passear de carro (na janela), inclusive sabe baixar o vidro, e viaja de avião. Já foi para o Acre, Rio de Janeiro, Petrópolis, Linhares e Colatina. E tem “mãe”, “tias”; “vovó” e “dinda”, é um excelente irmão e um carinha companheiro para todas as horas”.
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