A capixaba Terrafé vem surfando a expansão do consumo de cafés especiais, produto de pouca escala, mas de altíssimo valor agregado. Especialista em Espírito Santo, segundo maior produtor de cafés especiais do Brasil (atrás apenas de Minas Gerais), a marca, fundada em 2014, está se preparando para voos mais altos. Só em 2024 a expectativa é de um crescimento de 50% nas vendas: de 12 toneladas para 18 toneladas.
A empresa é verticalizada: seleciona os fornecedores lá no campo, faz a torrefação e vende o produto acabado nas próprias lojas/cafeterias (hoje são dez) e e-commerce. Para dar conta da expansão, investimentos em produção e comercialização estão em andamento. "Estamos iniciando o projeto da nova torrefação, que vai quadruplicar a nossa capacidade de produção. Vamos abrir mais três lojas nos próximos dezoito meses, incluindo o modelo 'to go', uma unidade de autoatendimento. Estamos trabalhando forte na capacitação de profissionais e temos um projeto, para os próximos dois anos, em que iremos montar uma fazenda experimental, com pousada e cafeteria conceito, na Região Serrana do Espírito Santo", disse o fundador da Terrafé, Raul Guizelini.
Levantamento da Brainy Insights aponta uma estimativa de crescimento do setor global de cafés especiais de 12% ao ano até 2030. A previsão, segundo a companhia, é que a movimentação do setor chegue a US$ 152,96 bilhões.
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