
O governo do Espírito Santo trabalha junto com a Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI) para selecionar a instituição que irá tocar a administração e curadoria do Cais das Artes, que está sendo construído na Enseada do Suá, em Vitória. Em princípio, serão dois anos de gestão podendo ser renovados. O objetivo é ter à frente da estrutura um gestor capaz de atrair o que há de melhor para o maior equipamento cultural do Estado.
Fundada em 1949, a OEI é uma organização intergovernamental, que tem Portugal, Espanha e os países da América Latina como membros. A missão da entidade é costurar a cooperação entre países ibero-americanos no campo da educação, ciência e cultura. A instituição apoia diversas iniciativas no Brasil e mantém parcerias com organizações do porte da Fundação Roberto Marinho.
A previsão de entrega do Cais das Artes, obra iniciada em 2010, é para o primeiro semestre de 2026. O investimento vai superar os R$ 300 milhões. O complexo, desenhado pelo renomado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, terá um teatro com 1,3 mil lugares (com espaço para receber óperas), um museu com 2,3 mil m², auditório para 225 pessoas, cinco salas de exposição, biblioteca, cafeterias e praça ao ar livre para exposições e espetáculos.
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