Rafaela Marquezini é uma das mais de 495 mil pessoas que moram no Espírito Santo que já tiveram Covid-19 desde o início da pandemia, em março do ano passado. A apresentadora do "ES1", jornalístico da hora do almoço da nossa TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Estado, enfrentou a doença justamente de 31 de maio a 14 de junho de 2020, exato um ano atrás.
De lá para cá, muita coisa mudou, como ela mesma conta: “Demos tantas notícias que não gostaríamos de dar, centenas de milhares de famílias choraram... Muita notícia dura mesmo. São marcas que ficam, ficam para sempre. Agora a vacina chegou, chegou um pouco atrasada, mas daqui a pouco todo mundo vai conseguir. E eu estou na fila. Minha hora vai chegar”.
Em vídeo enviado à coluna, a jornalista lembra que ela e a filha, Sofia, tiveram uma forma mais leve do novo coronavírus. “A orientação naquela época em que ficamos doentes era de só procurar hospital se tivesse falta de ar, o que mudou depois. Graças a Deus não tivemos nada pior, mas imagina... A gente ficou no quarto isolada e só sentimos dor de cabeça, falta de olfato e paladar e uma dor no corpo no primeiro dia. No segundo dia, uma leve coriza”, relata.
Agora, a âncora da TV Gazeta defende um olhar de esperança para os próximos meses, que prometem ser de melhora no cenário da pandemia, já que a vacinação avança no Espírito Santo e no Brasil. “Olhando para frente é esperança que fica. A gente precisa ter esperança. As pessoas estão conseguindo se imunizar e fica o ensinamento de que a gente tem que pensar no outro, viver pelo bem comum. Nosso bem é o bem comum”, confidencia.
Rafaela Marquezini
Jornalista
"O egoísmo tem que dar lugar à generosidade "
E conclui: “Cuidar de você, do outro, às vezes de quem a gente nem conhece. É o que precisamos. Você, que já se vacinou, se cuide. Use máscara mesmo assim. O outro ainda não se vacinou. A vida continua, só que de um jeito diferente. Quero que a gente possa se ver sorrindo. E deixo essa mensagem de esperança. Muita esperança de que as coisas melhorem para todo mundo”.
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