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Paralisia infantil: vacina injetável deve vir antes da gotinha; entenda

Paralisia infantil: vacina injetável deve vir antes da gotinha; entenda

Especialistas explicam a diferença entre as doses injetáveis (VIP) e em gotas (VOP), além de como ambas funcionam e suas características

Publicado em 17 de outubro de 2022 às 11:00

Ícone - Tempo de Leitura 5min de leitura
Julia Paranhos
Estagiária / juliaparanhos00@gmail.com

A notificação de um possível caso de paralisia infantil no Pará, no último dia 6, acendeu o alerta de especialistas e gerou dúvidas na população. A Secretaria de Saúde daquele Estado identificou o poliovírus nas fezes de uma criança de 3 anos após ela apresentar febre, dores musculares e quadro de Paralisia Flácida Aguda (PFA) com redução motora nas pernas cerca de 24 horas depois de receber a Vacina Oral contra a Poliomielite (VOP),  a famosa gotinha, que contém o vírus da pólio enfraquecido.

A infectologista e pediatra Ana Paula Neves Burian explica que, para se confirmar se a causa da reação foi a aplicação do imunizante VOP, são feitas investigações para descartar outras doenças e infecções na criança, entre elas a Síndrome de Guillain Barré, e até avaliações de tumores na coluna.

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