O ex-ministro dos Direitos Humanos do governo Lula, Silvio Almeida, anunciou no sábado, 15, que retomará a escrita e revisão de livros assim como seu canal no YouTube. Ele comparou a demissão do cargo, ocorrida no ano passado após denúncias de assédio e importunação sexual, a uma tentativa de matá-lo, arrematando que "se o morto levanta, acabou o velório".
Almeida é investigado pela Polícia Federal por assédio. Entre as supostas vítimas estão a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e três mulheres que foram suas alunas. Na publicação nas redes sociais, ele diz ter sido vítima de uma tentativa de apagamento e de racismo, e acusa entidades não governamentais de pressionar o governo para prejudicá-lo "por disputa política ou por ressentimento".
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