O olhar passa a ser a janela da alma. Atentas, usam agulhas, linhas e tecidos para contar seus dilemas e dissabores, resgatando memórias, felicidades, dores e sentimentos da vida cotidiana. Trabalhando de maneira calma (quase contemplativa), como se não sentissem o passar das horas e dos dias, as bordadeiras de Burarama (distrito de Cachoeiro de Itapemirim) acabaram se tornando necessárias para a preservação da cultura local.
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