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Cinemas no ES só podem abrir com 40% da capacidade; entenda regras

Cinemas no ES só podem abrir com 40% da capacidade; entenda regras

Governo não recomenda que crianças menores de 5 anos e idosos frequentem cinemas e obriga uso de máscara, álcool em gel e limpeza periódica de ar condicionado para salas de exibição operarem

Publicado em 3 de outubro de 2020 às 15:16

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Sala de cinema vazia
A autorização para funcionamento das atividades de teatro, cinemas, circos e feiras, além de outros eventos, foi concedida pelo governo do Estado. (Cinemark/Divulgação)

Os cinemas já podem voltar a operar nas cidades em que o risco da Covid-19 é baixo no Espírito Santo a partir da próxima segunda-feira (5), como A Gazeta adiantou. Só que, além do uso de máscara, álcool em gel e distanciamento, as empresas só poderão funcionar com até 40% da capacidade das salas de exibição no Estado. A informação é da secretária de Estado de Gestão e Recursos Humanos, Lenise Loureiro, em entrevista à jornalista Fernanda Queiroz, da CBN Vitória, na manhã deste sábado (3). 

"A capacidade máxima dos espaços está limitada a 40%. Temos também muitas regras com relação às vendas de ingressos, alimentos para acesso ao local e como que isso pode acontecer para não gerar risco maior de contágio. É uma responsabilidade de todos", reitera.

A titular da pasta detalha ainda que aferição de temperatura, por exemplo, não será obrigatória e que a portaria com o protocolo sanitário completo do uso desses ambientes deve ser publicada ainda neste sábado (3).

AS REGRAS

Bilheterias

Venda de alimentos

Ar condicionado e higiene

Sessões infantis

Máscaras

EVENTOS MAIORES SOB ANÁLISE

Além das medidas já aprovadas, de acordo com a secretária de Estado de Gestão e Recursos Humanos, o governo já vem debatendo a liberação de eventos com maior capacidade de presentes. "Nós temos aberto o diálogo com o segmento para construção e aperfeiçoamento das regras. Nesta semana pretendemos voltar a discutir, em especial sobre os eventos sociais, que têm um limite de até 100 pessoas neste momento, que são eventos em que as pessoas se descontraem mais, às vezes esquecendo das formas de proteção. No entanto, já avançamos em termos de cultura do comportamento e podemos conversar sobre este limite", apontou.

A respeito dos segmentos que ainda não tiveram retorno aprovado, como o de shows e de atividades que indicam possibilidade das pessoas se juntarem mais fisicamente, o governo afirma que são discutidas possibilidades de qual é a melhor forma da flexibilização ser feita. "Quando será depende, nós até queríamos fazer uma projeção. Mas depende de se a taxa de ocupação de leitos permanece no patamar abaixo dos 50% e de se os óbitos diminuem. A previsibilidade tão desejada pelo segmento de shows pode até ser criada por nós de forma conjunta, mas na dependência da manutenção desses dados nos municípios de risco baixo, de manutenção de patamares seguros", finalizou.

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