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Coronavírus

Covid-19: variante Ômicron será predominante no ES nas próximas semanas

Afirmação é do secretário de Estado da Saúde. Segundo ele, transição da predominância da variante Delta para a Ômicron deve ocorrer nas próximas semanas
Lais Magesky

Publicado em 

28 dez 2021 às 14:57

Publicado em 28 de Dezembro de 2021 às 14:57

Imagem destaca variante ômicron do coronavírus feita com um microscópio
Imagem destaca variante Ômicron feita com um microscópio Crédito: Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong
Nas próximas semanas, o Espírito Santo deve viver uma transição da predominância da variante Delta, da Covid-19, para a variante Ômicron. A informação foi confirmada pelo secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, nesta terça-feira (28).
O secretário pontuou que a predominância da Ômicron no Estado capixaba deverá impactar diretamente a população que ainda não se vacinou contra a Covid-19. Ele reitera, ainda, que, em sobreposição a esse cenário de pandemia, o Estado também enfrenta a epidemia de Influenza, que está pressionando a rede de serviço de Saúde, nos serviços ambulatoriais.
"Ainda não temos a confirmação da situação da variante Darwin em solo capixaba, mas está confirmada a presença da H3N2. Precisamos ter uma comunicação clara com a população. Vivemos uma epidemia de Influenza que, neste momento, já tirou a vida de cinco capixabas"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde

TRANSMISSÃO COMUNITÁRIA

Fernandes destaca que o cenário da variante Ômicron está consolidado no Brasil, e lamenta que o país não adotou medidas capazes de impedir a reprodução da nova cepa em solo brasileiro. "Reconhecemos que ela tem predominância na transmissão comunitária em países com características imunológicas parecidas com o Brasil e o Espírito Santo em relação à variante Delta", disse.
O secretário pontuou que, países que tiveram a Delta como predominante, vivem, agora, a transição para a Ômicron. "Temos, neste momento, 1/3 da população que não foi vacinada ou que tomou só a primeira dose. Isso representa 1,3 milhão de capixabas aproximadamente. Eles (não vacinados completamente) possuem uma suscetibilidade importante no risco de infecção dessa variante", completou.

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