Uma jovem de 22 anos, suspeita de ter assassinado o namorado Walter Santos de Souza, de 35 anos, na noite do dia 23 de maio, foi presa em Itabela, no Estado da Bahia. O crime ocorreu no bairro Residencial Pinheiros, no município de Pinheiros, no Norte do Espírito Santo. O corpo da vítima só foi localizado na tarde do dia seguinte.
A prisão foi realizada no final da tarde desta quarta-feira (11), em um edifício no Centro de de Itabela, pela Polícia Civil da Bahia (PCBA), devido ao intercâmbio de informações com a Delegacia de Polícia (DP) de Pinheiros.
Segundo o titular da Delegacia de Polícia de Pinheiros, delegado Leonardo Ávila, a vítima foi assassinada com uma facada no peito no interior de sua residência após uma desavença entre o casal.
“O corpo da vítima só foi encontrado na tarde do dia seguinte por seus familiares. O crime chocou familiares e amigos da vítima, que era bastante querida no bairro. A motivação do crime seria ciúmes", contou.
Ainda segundo o delegado, após cometer o crime, a suspeita fugiu para a Bahia, onde passou a ser monitorada pelos policiais civis daquela cidade.
“Com a representação feita pela expedição de mandado de prisão preventiva realizada pela nossa equipe da Polícia Civil (PCES) e acatada pela Justiça, o mandado foi cumprido, nesta quarta-feira, pelos policiais civis baianos”, relatou Leonardo Ávila.
A investigada foi presa na Delegacia de Itabela e encaminhada para o presídio local até ser transferida para um presídio no Espírito Santo.
Um homem, identificado como Walter Santos de Souza, de 35 anos, foi encontrado morto e esfaqueado dentro de casa em um residencial de Pinheiros, no Norte do Espírito Santo. Testemunhas relataram à Polícia Militar que ele teria tido um desentendimento com a namorada, de 22 anos, na noite anterior.
Familiares de Walter estiveram no local e o encontraram no quarto, em cima de uma cama e sem vida. A perícia da Polícia Civil foi acionada e constatou uma perfuração proveniente de faca na região do peito esquerdo de Walter.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Na época do crime, de acordo com informações da Polícia Militar, agentes do Serviço de Inteligência realizaram contato telefônico com a companheira de Walter, suspeita do crime. Nesse contato, ela confessou o delito, afirmou que já estava fora do município e que não se entregaria à Justiça.
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