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Mulher se passa por funcionária de alto nível para sacar FGTS no ES

Mulher se passa por funcionária de alto nível para sacar FGTS no ES

Nome falso usado é de vice-presidente de operações logísticas de uma gigante dos cosméticos; funcionários de agência bancária desconfiaram e acionaram a polícia

Publicado em 27 de março de 2025 às 14:27

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De preto, mulher presa por se passar por funcionária de grande empresa para sacar FGTS em Marataízes, no ES
De preto, mulher presa por se passar por funcionária de grande empresa para sacar FGTS em Marataízes, no ES. (Leitor A Gazeta)

Uma mulher foi presa em Marataízes, Sul do Espírito Santo, ao tentar se passar por funcionária de alto nível de uma grande empresa brasileira de cosméticos. O delegado Thiago Viana — que comanda a unidade de Polícia Civil na cidade — contou que a suspeita usou documentos falsos para tentar atualizar o cadastro em um banco para receber dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O nome da mulher não foi divulgado, mas ela tem 48 anos e mora em Vila Velha, na Região Metropolitana de Vitória. Segundo o delegado, ela esteve na mesma agência bancária de Marataízes na última semana e havia retornado na tarde de quarta-feira (26) para finalizar a mudança no cadastro, mas os funcionários do banco desconfiaram. "Com a foto dela no documento, mas com nome de outra mulher, ela se identificou como dona da conta, que mora em São Paulo. Após o banco suspeitar, fomos acionados e efetuamos a prisão em flagrante por uso de documento falso”, explicou.

Viana contou que a mulher ficou em silêncio durante o interrogatório. Ela foi autuada por uso de documento falso e encaminhada ao Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim, cidade também na região sul capixaba. Em audiência de custódia, a Justiça concedeu liberdade provisória mediante pagamento de fiança de R$ 1.518.

A reportagem de A Gazeta procurou a Caixa que informou que atua em conjunto com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que auxiliam no combate a fraudes e golpes.  Disse ainda que monitora seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar casos suspeitos e faz evoluções necessárias ao observar a ocorrência de fraudes. Por fim, informou que informações sigilosas sobre eventos criminosos em suas unidades são repassadas exclusivamente às autoridades policiais. 

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