Os candidatos às eleições municipais deste ano estão autorizados a fazer campanha eleitoral a partir desta sexta-feira (16), mas a propaganda gratuita em rádio e TV só começa no dia 30 de agosto e vai até 3 de outubro. A duas semanas da data, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) divulgou quais candidatos terão mais tempo para divulgarem suas propostas em Vitória.
Na Capital, o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) será o candidato com mais tempo de televisão, com 2 minutos e 37 segundos. São apenas dois segundos a mais que Luiz Paulo (PSDB), que terá 2 minutos e 35 segundos.
Nos bastidores políticos da Capital, integrantes do PSDB acreditavam que o tucano teria o maior tempo de televisão entre todos os outros candidatos e que isso poderia impulsionar seus índices nas pesquisas, uma vez que a coligação que ele integra conta com a Federação PSDB/Cidadania, MDB, PSB, PMB e União Brasil.
Nos últimos dias, no entanto, Pazolini conseguiu capitanear o apoio do PSD, que antes era cotado como integrante da base de Luiz Paulo. Assim, a coligação do prefeito conta com os partidos Republicanos, PP, PRD, Novo, DC e PSD, ultrapassando os tucanos em tempo total de TV.
Na sequência, entre os candidatos com mais tempo de vídeo, está Capitão Assumção (PL), com 1 minuto e 58 segundos, seguido por João Coser (PT), com 1 minuto e 57 segundos, e Camila Valadão (Psol) e Du Kawasaki (Avante), ambos com 25 segundos cada.
Conforme as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de segunda-feira a domingo, ou seja, nos sete dias da semana, as emissoras de rádio e de televisão devem reservar 70 minutos diários para o horário eleitoral gratuito, que terá inserções de 30 e 60 segundos - a critério do respectivo partido político, federação ou coligação - e que serão distribuídas ao longo da programação veiculada das 5h às 24h.
Nas eleições gerais e municipais, a distribuição considera os seguintes blocos de audiência: das 5h às 11h; das 11h às 18h e das 18h às 24h.
Nas eleições municipais, o tempo será dividido na proporção de 60% para o cargo de prefeito e 40% para o cargo de vereador. A distribuição das inserções na grade de programação deverá ser feita uniformemente e com espaçamento equilibrado.
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